Secretário de Comunicação e Marketing

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18/11/2025 00:00:00 00:00:00

Entre Araucárias e 1ª Pedro: Um Congresso em Castro



O Paraná amanheceu daqueles jeitos que só ele sabe: céu largo, vento tirando fino das araucárias e um silêncio de campo que parece anúncio de coisa boa. Era 15 do corrente mês, e Castro, com seus 65 mil habitantes, se ajeitava para o terceiro Congresso da Federação do Presbitério — encontro que já virou espécie de ritual, desses que a gente guarda no calendário da alma. A Igreja Presbiteriana Central, abriu suas portas como quem abre a casa para a família grande: sem cerimônia, mas com dignidade.




Eu, que estive lá na organização do primeiro, senti o peso manso da história pousando de novo no ombro. Vieram presbíteros, pastores e irmãos de fala tranquila, mas de fé firme. O presbítero Cledson Benvenutti, da igreja hospedeira, recebia a todos com aquele jeito de quem conhece cada banco pelo nome. O presbítero Paulo Martins, secretário presbiterial, circulava como quem costura o evento no capricho. E lá estava também o vice-presidente Sul, presbítero Edson dos Anjos, trazendo a mensagem em 1 Pedro 5:1–4 — palavra que soou como chamada de pastoreio, daquelas que lembram o ofício, o fardo e a beleza da caminhada.




Do Sínodo Vale do Tibagi vieram pesos pesados da seara: o pastor João Oliveira, secretário sinodal, e o presbítero Didimon Bueno, presidente da Sinodal O Presbitério também se fez presente por seu presidente, reverendo Reginaldo Lazarini. E o campo pastoral trouxe ainda mais vozes: os pastores Samir Anaissi, de Piraí do Sul; Walter Luis Jorge, do Abapã; e Paulo Rogério da Silva, da Vila Romana de Arapoti. Cada um com seu sotaque, seus caminhos, suas histórias — parecia até rodada de causos antes do culto, dessas que Jorge Amado adoraria registrar.




E, como não podia faltar nesse Brasil de Deus, a mesa foi farta: almoço caprichado preparado pelas irmãs da SAF local, que serviram como quem abençoa, cheia de carinho — e isso basta.

Ao fim, o congresso entregou mais que decisões: entregou continuidade. A nova diretoria para 2026 tomou forma como quem assume, sem barulho, a responsabilidade do próximo capítulo. Ficou assim: presidente, irmão Claudemir Machado; Cledson Benvenutti; secretário executivo, Saul Barretto; primeiro secretário, Eduardo Augusto Teixeira; segundo secretário, Gerci João Braz; tesoureiro, Sansão Martins. Gente de chão firme.

E Castro, com seu vento de novembro, guardou tudo na memória. Coisa simples, mas valiosa — igual às boas histórias que o Paraná escreve sem alarde. Se quiser, faço também um título nesse mesmo tom.


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Sede fortes e corajosos, não temais, nem vos atemorizeis diante deles, porque o Senhor, vosso Deus, é quem vai convosco; não vos deixará, nem vos desamparará.
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